Pois!
Desde o momento em que decidi “não perder o comboio” e embarquei nesta “aventura”, a catadupa de informação submergiu-me…
A blogosfera entrava diariamente na minha vida, através dos comentários matinais na Antena 1, cerca da 8h 25m, verdadeiro relato das principais notícias e “tricas”do momento.
Criar o meu próprio blog era algo não só improvável, como impensável…
Subitamente, o desafio é lançado e, surpresa, não é que até foi fácil?
No mundo frenético em que vivemos, assiste-se a uma ânsia compulsiva de, por um lado partilhar a vida pessoal e, por outro, comentar a vida alheia. Mas, como toda a moeda tem o seu reverso, a este aspecto negativo – que facilmente podemos eliminar, através de uma triagem que nos livre do desvario totalmente desinteressante que prolifera – soma-se uma outra vertente, francamente estimulante e prometedora, que nos oferece uma montanha de informação credível, partilhada por quem tem boas ideias e conhecimentos que o justifiquem. De resto, como na farmácia, há de tudo e para todos os gostos. É só saber escolher…
A blogosfera tem semelhanças com o totoloto (quem não se lembra do “é fácil, é barato e dá milhões”?) Além de ser fácil criar um blog (pelo menos o blogger é uma plataforma bastante amigável), a sua utilização é grátis, acessível a qualquer um que tenha um computador e uma ligação à net, a informação está disponível no momento em que é editada e permite partilhar palavras, imagens e sons.
Por enquanto ainda não dá milhões. Quem sabe, um dia…